A dependência química é característica por ser um problema crônico, sem possibilidade de cura definitiva, entretanto, por meio do tratamento, é possível controlar recaídas e, em alguns casos, passar longos períodos sem crises de ansiedade relacionados ao consumo de substâncias.

A primeira dificuldade encontrada para a internação psiquiátrica do dependente químico é a negação por parte do usuário. Este, por sua vez, tende sempre a acreditar que tem controle sobre a droga, porém, basta qualquer contato com a substância para que o quadro volte à sua composição mais perturbadora, tanto para o paciente como para seu entorno.

Os modelos de internação psiquiátrica para dependência química são os mesmos que para outras patologias.

Internação Voluntária:

internação voluntária nestes casos, infelizmente, é o modelo que menos que tem sucesso nestes casos, devido ao processo de negação do usuário.

Internação Involuntária:

internação involuntária é quando existe a necessidade de que a internação psiquiátrica seja feita imediatamente, mesmo sem o consentimento do paciente. Geralmente, essa etapa é quando o indivíduo oferece risco a sua própria saúde, bem como, às demais pessoas que o cercam. Essa é realizada a pedido da família e conhecidos.

Internação Compulsória:

internação compulsória é realizada por meio de determinação judicial quando, após um pedido formal assinado por um médico, atesta-se que o paciente não tem condições de cuidar de si em razão de sua própria condição mental e física.

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